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Esta é uma mostra de 40 desenhos produzidos em 1962 no formato original
de 28x22 cm em aguada de naquim e gouache. Alguns dos desenhos expostos
participaram da retrospectiva do artista realizada no Paço Imperial
do Rio de Janeiro.
Nascido no Rio de Janeiro, em 1923, foi um dos precursores do concretismo
no Brasil. Foi também um dos fundadores do Grupo Frente, ativo de
1954 a 1956. Entre 1959-63 nota-se em sua obra uma ligação
com o Abstracionismo informal, sem contudo, perder suas raízes construtivas.
Sua primeira individual foi em 1951 ano em que conquista o Prêmio “Jovem
artista nacional” na I Bienal de São Paulo. Na II Bienal,
em 1953 recebe o Prêmio Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e
participa da primeira exposição nacional de Arte Abstrata,
no Hotel Quitandinha, em Petrópolis. Representa o Brasil na Bienal
de Veneza em 1952 e 1954. A partir de 1952 instala o primeiro curso de
arte, para crianças e adultos do Museu de Arte Moderna do Rio de
Janeiro. |
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Esta é uma mostra coletiva
de desenhos em diferentes suportes.
Dela participam 31 artistas, sendo: Alex Cabral, João Maciel, Alexandre
Diniz, Kyung Jeon, Rosana Palazyan, Ramon Martins, Juliana Kase, Laerte Ramos,
Hildebrando de Castro, Rodrigo Mogiz, Fernanda Chieco, Manuel Carvalho, Flávio
Comparato, Kátia Fiera, Brígida Baltar, Felipe Barbosa, Pitágoras,
Vânia Mignone, Marta Neves, Nazareno, Efrain Almeida, Mariana Palma, Rodrigo
Borges, Rosana Ricaldi, Fábio Cavalho, Gabriel Acevedo, Monica Rubinho,
Raquel Schembri, Isabela Prado, Megan Whitmarsh, Manfredo de Souzanetto.
A idéia desta mostra é provocar o espectador a refletir sobre a
diversidade da produção contemporânea. Alex Cabral mostra
desenhos feitos a óleo sobre fotografia. Alexandre Diniz mostra bordados
feitos com fios de cobre sobre papel. Juliana Kase apresenta desenhos feitos
em portas de madeira onde é registrado o que a porta guarda. Rosana Ricaldi
mostra um globo onde está escrito os nomes dos mares e oceanos da terra.
Felipe Babosa mostra desenhos com palitos de fósforos, Fábio Carvalho
mostra seus mapas onde o desenho é construído com alfinetes que
registram a sua passagem por aquele ponto.
A mostra conta com artistas veteranos como Manfredo de Souzanetto que mostra
seus desenhos dos anos 70, em ecoline, das montanhas de Minas. Brígida
Baltar e Rosana Palasyan são artistas que participaram das últimas
Bienais de São Paulo. Mas a mostra também traz nomes novos como
os de Manuel Carvalho e Raquel Schembri que acabaram de se formar na escola Guignard.
A mostra também traz nomes internacionais como da sul coreana Kyung Jeon
e da norte americana, Megan Whitmarsh. |
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Atualmente, o grupo é formado
por 10 mulheres da comunidade da Vila Mariquinhas,
região norte de Belo Horizonte.
Nos seus bordados as mulheres registram o cotidiano. Seus maridos, seus filhos,
pais e amores ocultos.
As Bordadeiras da Vila Mariquinhas participaram este ano da Bienal de Arte Naif,
realizado em São Paulo.
exposições: Ivan Serpa, "Mas
isto também é?" e Bordadeiras de História
da Vila Mariquinha
abertura: 06/12/2005
até: 28/01/2006
horário: seg/sex,
10-19h; sáb, 11-14h |
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Ivan Serpa
sem
título
1962
28 x 22 cm |
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Ivan Serpa
sem
título
1962
28 x 22 cm |
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| Mas isso também é? |
Hildebrando
de Castro
Os
Almeida
óleo sobre linho
2005
65 x 50 cm
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